Num mundo em que os homens se preocupam tanto com o tamanho do pênis, é de esperar mesmo uma avalanche de julgamentos preconceituosos, a maioria pela aparência e condição socio-econômica. Não falo aqui daqueles preconceitos banalizados pela sociedade, como o racial, mas sim dos que, na atualidade, se enraizaram de forma preocupante. São aqueles pequenos pensamentos de achar um homem maravilhoso porquê a amiga disse que ele tem "pegada", tratar as pessoas de forma diferente devido à conta bancária das mesmas, do carro que elas ostentam, etc. A maioria das pessoas fazem isso, até inconscientemente, e eu me incluo neste grupo, embora me policie.
A ditadura da auto-afirmação é cruel, e exclui impiedosamente quem vai contra. Roupas, maquiagens, carros, todo tipo de bem material é cotado. Quem não quer ou não pode seguir esses preceitos fica de lado, é taxado como diferente, pobretão, feio, etc. A aparência também é julgada: pessoas acima ou abaixo do peso, com o cabelo assim ou assado, nariz, boca, olhos, cor da pele. NADA passa despercebido dos olhos daqueles que insistem em julgar dessa forma todo o tempo. Diante disso, as mulheres gastam mais e mais com artigos cosméticos, roupas caras, para se auto-afirmarem perante a ditadur..., digo, sociedade. Você pode pensar que só o sexo feminino vive essa realidade, mas os homens também, e muito. Luxo do carro, da casa, carisma com as mulheres, tamanho do pênis (veja a que ponto chegamos!), dentre outros.
Proponho uma nova abordagem perante essa realidade. Situação difícil de ser mudada, mas não impossível. Comece a se policiar quando for falar de alguém, pense menos no que as outras pessoas irão pensar da sua roupa, do seu corpo, do seu rosto. Valorize mais o aprendizado, o bem, o AMOR. O corpo é importante, o dinheiro também, mas o amor é fundamental. Acredite, não é difícil.
Por hoje é só! Até breve!
sábado, 11 de agosto de 2007
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