segunda-feira, 22 de março de 2010

Normalidade hoje

Que tal um post normal hoje? Daqueles que se fazia antigamente, quando eu talvez ainda fosse normal, ouu, menos hipócrita =]

É só mesmo pra relatar como tudo vem caminhando, desembolando. Marquei com a Ana (é assim que eu a chamo quando se trata de assuntos acadêmicos =D, ou às vezes, não) de entregar o artigo até terça que vem, sem ser amanhã. E tudo vai se desenvolvendo melhor do que eu esperava, acho que, como primeiro trabalho, ele não poderia ser melhor. Estou me empenhando pra que essa constatação se mantenha até a data de entrega, apreciação e posteriores (espero!) aprovação e publicação. Ela compartilha deste mesmo sentimento, certezo eu.

Baixei uma coletânea do B.B. King que me acalma muito a noite. E o Dr. Sin II, do Dr. Sin, com Vescera no vocal, que me inspira e me empolga muito. Ouvindo muito Gotthard, de uns tempos pra cá. Não acredito que não havia descoberto os cds elétricos da banda mais cedo. É bom demais, Steve Lee é um dos melhores vocais da atualidade.

Sabe quando os planos estão ali, mas ficam meio abestalhados, diante de tanto trabalho e pragmatismo? É assim que corre o meu planejamento esses dias. Não tenho tido muito tempo para abstrair, e, com isso, aspirar. A não ser aquelas aspirações que vem junto com o trabalho, junto com ela, como num pacote bem definido. E eu não estou reclamando.

Aqui em casa tudo vem correndo de uma forma ótima também. Dilemas comuns de república, relativamente fáceis de se resolver quando se confia em todos, quando se gosta de todos, e as ressalvas, ainda que existam, são pequenas.

A faculdade vai bem sim, já me conformei de não fazer macro esse semestre. Claro, com todo mundo morrendo nessa matéria, não foi muito difícil adotar essa postura. Mããããs... Ter que repetir matemática ainda não ultrapassou minha goela. A esperança é que minha micro (e meus 80) sejam aceitos. O recurso já está lá, e a declaração do Burian sendo providenciada. Veremos.


Num tempo de saudades e futuros incertos, a virtude está em saber viver as suas várias vidas no período certo de cada uma delas. E respeitar e admirar o que já passou, constatando sempre, que já passou =]

E a minha inspiração e motivação pra isso veio, inquietantemente, de prédios e paisagens. Sim, eles e elas me inspiram, e me fazem escrever coisas. E me fazem ficar meio bobo, às vezes.

Até breve!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Ela e Ele

Ela. Com ares brancos, e um preto pra dar elegância. Ela, que as vezes é figura dos meus sonhos e doutras vezes, dos meus sonhos reais. Ela, a que me sustenta, e que é sustentada, a que me abriga e me glorifica, e a que contém tudo, tudo para que, junto de mim, se torne totalidade. Uma totalidade que ainda depende de uma série de coisas, sim, mas quem dizeria que não o é? Quem, que visse como é? Como somos? Não, não, ninguém diria.

Ela, que sobrepõe-se ao meu verde. Que surrupia o meu futuro, é dona do meu passado e me faz feliz no presente. Que não é tanto assim, e por isso mesmo o é. Que diz do mar, como aquele que é nós. Que tem sonhos de atravessar esquinas, como se fossem estados. Mas, que, na visão de um mero administrador, ganham contornos muito próximos da famigerada Realidade. Verdadeira contraposição ao sonho? Ou por vezes um adendo deste? Vale a reflexão. Vale mais ainda vivenciar. E como vale.

Ela. Ah, como eu queria ela.