sábado, 4 de julho de 2009

Será que?

Ouvindo Coast to Coast do intruncado e talentoso Glenn, já se espera que esse texto não fale exatamente sobre muita coisa... Na verdade não atualizo isso aqui faz tempos, mas como minha voz me impossibilita de cantar no momento, e o escrever é minha segunda válvula de escape favorita, vamos a ela.! Chega de redundâncias, vamos ao ponto! Mas que ponto? Acho que eu desejei escrever no intransitivo. Desejo. Sem mais, mas com mais. E não é pra ficar chique. Quero relatar o desejo intrínseco dos homens de relatarem suas dores. Mas com uma pitadinha de orgulho, pra dar sabor. Seria a pimenta, que causa hemorróidas?

Na verdade, se o orgulho fosse meu companheiro, talvez eu não estivesse aqui hoje... talvez estivesse, talvez estivesse no psiquiatra! A confusão é termos sempre razão, acharmos que sempre temos, mentirmos que sempre temos, mentir pra nós mesmos.

E o futuro, cadê ele? E o passado, esse eu sei onde está. Nas mentes de todos. É, pessimista demais. Nas de alguns. Nas de muitos. Prioritariamente, nas de alguns. O futuro não existe, ahá, clichê! E o que não é mais clichê do que o próprio clichê? E o que não é mais estonteante e ao mesmo tempo, excêntrico e comum, chato ou potencialmente interessante, do que alguém que escreve simplesmente pra acalmar suas dores? Acalmar seu coração? Ao som de músicas que me projetam pra outro lugar? Mas de olhos abertos, sei que estou em casa, olhando pra uma tela. De pés no chão eu não saberia, porque meto os pés no chão onde quer que eu esteja, nos meus sonhos, talvez! Certo!

Voltei aqui porque queria terminar o texto com 'Será que' e queria escrever mais... portanto, se quiser ler o final primeiro, fique a vontade. A hipocrisia me impede de chegar aqui e gritar o que realmente me incomoda. Mas gritar? Pare de zoar as minhas metáforas, você sabe muito bem que gritamos calados! Agora vou ter que fazer um segundo final, porque realmente vou acabar o texto, e texto sem final, por mais que tenha um, fica estranho! Serei breve. O que me aflige são muitas coisas, uma mais do que as outras. Espero que mude. Tentarei. Veremos.

Algum dia vou ler esse texto e rir dele. Outro eu talvez me solidarize comigo mesmo. Mas o importante é que haverá outros dias! E que, neles, projetarei o melhor de mim, como sempre faço. Será suficiente? Será que?

2 comentários:

aninha disse...

com certeza haverá novos dias! (e melhores!!!)
e se você for rir, me chame, pq duas risadas juntas tem mais força pra espantar a tristeza e assim fica melhor, combinado? um beijo da amiga que te ama, e não é pouco.

;*

Joice disse...

Agora que espantou as teias de aranha.. vou sempre ler seus textos, que por sinal, são ótimos!

(:

Grande abraço!!